Com filiação de Flávio Bolsonaro, Deputado Lídio Lopes acredita no crescimento do Patriota no MS, meta é eleger Deputados Federais

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Foto: Luciana Nassar

O deputado estadual Lídio Lopes comemorou a ida da família Bolsonaro para o Patriota, partido comandado por ele em Mato Grosso do Sul e afirmou que acredita que a sigla terá um crescimento. “Quem filiou foi o Flávio Bolsonaro, afirmando que o pai e os irmãos viriam também. Há tempos vínhamos alinhando que esse seria o destino do presidente, já que o Aliança não tinha virado. Em Mato Grosso do Sul aguardamos isso com muita expectativa, porque sabemos que a vinda do Bolsonaro traz um crescimento para o partido, algo que fortalece para uma disputa estadual.”, afirmou. No entanto, Lopes não acredita no efeito 2018, quando alguns desconhecidos foram eleitos apenas por conta da sigla.

“Não acredito que que o voto de legenda ainda esteja tão forte aqui em Mato Grosso do Sul, e para serem eleitos, os políticos terão que mostrar projeto, não só o apoio do presidente, mas acredito ainda assim que há força política, afinal é um presidente”, destacou.

Na Assembleia Legislativa, o deputado espera a vinda de pelo menos um colega. “O Coronel David sempre disse que estaria onde o presidente Jair Bolsonaro estivesse, tanto que ele ganhou na justiça o direito de sair do PSL e nós já temos há algum tempo as conversas, há seis meses alinhando, inclusive em alguns municípios alinhando os grupos políticos na eleições municipais, então não tem problema algum, isso está bem encaminhado. Com relação ao Capitão Contar, ele ainda não falou nada comigo”.

Como o partido conta ainda, com Adriane Lopes sendo vice-prefeita da Capital, Lídio sabe que a disputa da sucessão estadual “passará” pelo partido “presidencial. “Ainda não sentamos para falar com o prefeito Marquinhos Trad sobre a candidatura para o Governo Estadual. Ele sabe que para disputar, ele precisa renunciar e aí a Adriane vira prefeita, e ela foi eleita vice-prefeita pelo Patri e ficará no Patri, não vai mudar de partido para isso”.

Lopes, no entanto, aponta que não é ordem ter candidato ao governo em todos os Estados. “A única exigência que o Bolsonaro fez é que ele faça a indicação da chapa de deputados federais e senador. Ele pediu que possa indicar 70% da chapa de candidatos federais e para o Senado. Queremos eleger deputados federais, já que o regramento político é todo regrado pela Câmara Federal, essa é nossa meta.”, finalizou.

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